Em minha infância sonhava em ser pintor, escultor, poeta ou escritor... Visitava periodicamente todos os museus de São Paulo. Ia em vernissages e era freqüentador assíduo da Biblioteca Pública Municipal.
Lembro-me que no centro de São Paulo, em certa época, havia muitas galerias de arte e eu freqüentava todas elas. Não perdia um só Salão Paulista de Belas Artes desde quando era na galeria Prestes Maia. Cheguei a ingressar na Associação Paulista de Belas Artes como aprendiz de desenho, quando era menino.
Todos os sábados, em dias de folga, eu ia percorrer a pé a rua Augusta de ponta a ponta olhando todas as vitrines de antiquários, lojas de presentes, galerias de arte, etc.
No Paissandu havia uma antiga loja de antiguidades cujo dono chamava-se Herman e eu passava horas observando sua vitrine, que era atulhada de biscuits, marfins, louças, relógios de bolso, jóias antigas, armas antigas, estátuas de bronze, etc.
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