MEU PRIMEIRO CAPITAL: MIL DÓLARES!
No Domingo eu fazia feiras e durante a semana permanecia na lojinha.
Nessa época eu só trabalhava com peças baratas... Vendia bem mas também comprava muito... Só coisas baratas. E embora eu ganhasse o suficiente para pagar todas as dívidas e despesas, eu vivia descapitalizado. Não tinha crédito em nenhum banco. Não havia de quem emprestar dinheiro... Nesse tempo eu tinha um cunhado que estava bem de vida. Ele tinha algum dinheiro e emprestava-me a juros. De vez em quando eu pedia-lhe dinheiro emprestado para comprar algumas peças mais caras e ter novidades para levar ao Bexiga. Ao vendê-las, pagava o empréstimo e ainda sobrava um pouco de dinheiro.
Eu havia adquirido um telefone através do “plano de Expansão da Telesp” e, como as prestações eram pesadas para mim, convidei meu cunhado para entrar de sócio comigo. E ele topou. Um ano depois os telefones do plano de Expansão aumentaram muito o seu valor e eu, a fim de capitalizar-me, vendi minha parte ao meu cunhado o qual pagou-me cerca de mil dólares na época. Esse era o meu capital. Mil dólares!
OS BAZARES BENEFICENTES
Um dia eu descobri uma outra fonte de mercadorias. Os bazares beneficentes.
São Paulo está cheio de bazares beneficentes. Igrejas, escolas, centros espíritas, clubes, organizações sociais diversas, casas de amparo, asilos, hospitais, etc., todos esses órgãos possuem seus bazares. Alguns funcionam diariamente. Outros só nos fins de semana, uma vez por mês ou uma vez por ano... Atualmente os mais conhecidos são os das “Casas André Luiz” uma organização espírita de amparo às crianças pobres e deficientes, cujos bazares aqui em São Paulo são em número de quatro (pelo menos são os que eu conheço). Um fica em Guarulhos, na Vila Galvão, outro em Osasco, outro em São Miguel e outro no Itaim. São imensos e neles se encontra de tudo. Há também o da Unibes, situado próximo a estação metrô da Armênia. Esse Bazar é de origem judaica e um dos mais disputados pelos comerciantes. Todos os dias em sua porta existe uma fila enorme de pessoas que vão em busca de algum achado, alguma raridade ou uma boa pechincha... Eu freqüento esse bazar há mais de dez anos. Todos os dias sou um dos primeiros da fila. Nele já comprei centenas de quadros, desenhos, aquarelas, esculturas, louças, porcelanas, lustres, móveis, livros... Cheguei a montar um sebo só com os livros comprados na Unibes. Depois falarei com mais detalhes de minhas aventuras nesse bazar. Existe também o da igreja São Judas, o “Samburá”, ligado ao Lar Escola São Francisco, que fica na vila Mariana, o da entidade chamada “Cruz Verde”, o da “TNA”, outra entidade judaica no Bom Retiro. E o da Remar, que é uma entidade de âmbito internacional, o qual fica situado na vila Galvão... Quando descobri esses bazares senti-me muito feliz e extremamente seguro e confiante em minhas novas atividades profissionais, pois percebi que nunca mais ficaria sem mercadoria para vender. Os bazares vivem apinhados de tudo... Louças, cristais, vidros, utensílios domésticos, objetos de decoração, brinquedos, quadros e com um pouco de sorte sempre se acha alguma peça boa, alguma raridade... Porém é preciso ter um olho clínico, rapidez, perspicácia e muito conhecimento... E tudo nesses bazares é barato... Pelo menos antigamente era assim. Hoje os preços aumentaram muito devido a grande procura pelos antiquários... Os grandes bazares atualmente tem seus avaliadores e é difícil escapar uma boa peça por preço irrisório. Tudo é triado, selecionado e avaliado meticulosamente... No meu tempo de início de carreira os bazares eram “a grande maravilha” dos pequenos antiquários... Podia se achar um óleo de Di Cavalcante pela simples bagatela equivalente a dez reais, como já aconteceu várias vezes. Eu, por exemplo, uma vez achei num desses bazares um quadro da Mira Schendel, em técnica mista, pelo qual paguei a insignificante quantia de cinco reais. No mesmo dia vendi-o por cinco mil dólares! Depois contarei com mais detalhe essa e outras histórias.
CONSEGUI TRANSFORMAR “UM REAL”
EM SETE MIL E DUZENTOS DÓLARES!
O fato mais pitoresco e interessante que já aconteceu comigo foi eu ter conseguido transformar “um real” em sete mil e duzentos dólares!
Vou contar detalhadamente como tudo aconteceu.
Um dia eu entrei num bazar de manhã e vi jogada no chão sendo pisada uma tabuinha de uns quinze centímetros por vinte e cinco com uma estampa colorida colada numa das faces. Aparentava ser muito antiga, era pesadinha, escura e chanfrada no dorso. Como sou pintor, pensei logo em utilizá-la para pintar nela uma marinha. Fui até ao balcão, perguntei a senhora que atendia quanto era aquela tabuinha e ela disse-me que era um real. Paguei-a e fui para minha lojinha. Ao preparar-me para começar a lixar a tabuinha percebi que aquela estampa colada em cima não era uma estampa, e sim, uma pintura tão bem feita que parecia uma estampa... Essa pintura representava uma moça loura penteando-se diante de um espelho. O pintor que executou essa pequena obra de arte era um excelente miniaturista. Tudo era bem feito, nos mínimos detalhes. O rosto da moça, suas mãos, roupas, o espelho, que era desses antigos, todo trabalhado, os objetos espalhados pelo quarto, tudo era feito com perfeição meticulosa... Uma maravilha... Era uma miniatura alemã provavelmente do século dezenove. Porem, pelo fato de ter ficado no chão durante algum tempo, e ter sido pisada, possuía alguns arranhões. Levei para uma restauradora profissional, dona Sueni, e ela cobrou-me duzentos dólares para restaurar a pequena obra de arte. Quando ela entregou-me estava um mimo... Alem de restaurar ela limpou e envernizou o trabalho, realçando-lhe as cores e tornando-o muito vistoso. Meu filho que era moldureiro na época produziu uma moldura estilo europeu que enriqueceu ainda mais a pequena obra de arte.
Num belo Sábado de manhã coloquei o trabalho bem visível para ficar admirando-o quando, de repente, entrou na loja um senhor bem vestido que foi direto no quadrinho. Pegou-o na mão, examinou-o bem e perguntou-me quanto era. Eu disse-lhe: Mil dólares! Ele ficou pensativo por um momento, depois disse: --- Olha, meu amigo, no momento eu não disponho dessa quantia, mas eu tenho em casa alguns quadros que ganhei de herança de meu pai, que era pintor, e podemos fazer uma troca. Eu coleciono essas miniaturas e gostaria muito de adquirir esta.
Eu havia aprendido que um bom antiquário nunca deve rejeitar uma visita, pois nunca se sabe o que se poderá encontrar dentro de uma casa... E eu topei a parada. Aquele senhor propôs-me levar e trazer-me de carro até sua casa naquele mesmo momento. E fomos.
Chegando lá, era um belo apartamento de luxo, repleto de obras de arte, esculturas de bronze, vasos de cristal coloridos tipo Galé, marfins e as paredes estavam repletas de lindas miniaturas. Havia uma contendo somente quadros grandes. Dentre eles lembro-me de um Campos Aires, alguns “Borgueses”, “Lencines”, um lindo Clodomiro Amazonas, alguns “Canonnes”, mas o que mais me chamou a atenção foi uma pintura de uns quarenta centímetros por cinqüenta contendo um cardeal sorridente vestido de vermelho segurando uma criancinha linda no colo. A mãe estava também sorridente, ao lado, e dentro do salão onde estavam havia vários soldados e serventes espalhados pelos cantos. O salão era uma espécie de interior de palácio com belíssimos lustres, móveis dourados, belos espelhos e molduras nas paredes, cortinas floridas... As roupas dos soldados eram cheias de detalhes, e o serventes usavam roupas do tipo Luiz IV... Havia oito figuras no total. Tudo era extremamente detalhado e meticuloso, num colorido deslumbrante. A moldura desse quadro era espanhola e folheada a ouro, lindíssima! A pintura era tão bem feita e com pinceladas tão suaves que eu pensei tratar-se de uma gravura antiga. Como, porém, meu filho estava especializando-se na produção de réplicas de molduras européias as quais estavam sendo bastante procuradas pelos marchands e leiloeiros eu pensei comigo. Vou levar este. Se for gravura, a moldura vale! O senhor disse-me. “ --- Mas meu filho, isto é uma gravura... Você vai levar desvantagem na troca.” Eu repliquei. “ --- Não faz mal. Gostei desta moldura! Vou ficar com este mesmo.” Ao que o senhor retrucou. “Tudo bem, se você prefere este, vá lá, porem depois não vá querer desfazer a troca. Não gosto de voltar atrás.” Eu respondi. “--- Fique tranqüilo. Eu estou plenamente satisfeito.”
Ao chegar na loja mostrei o quadro ao meu filho Márcio e ele disse-me. “--- Pai, você tem muita sorte! Este é um autêntico quadro de Salvador Sanches Barbudo. Vale milhares de dólares dólares!” Para resumir a história, acabei vendendo-o através de um intermediário por oito mil dólares. Como tive que pagar dez por cento, fiquei com sete mil e duzentos. Vendi o quadro por esse preço porque na época estava muito endividado e precisando capitalizar-me...
No Domingo eu fazia feiras e durante a semana permanecia na lojinha.
Nessa época eu só trabalhava com peças baratas... Vendia bem mas também comprava muito... Só coisas baratas. E embora eu ganhasse o suficiente para pagar todas as dívidas e despesas, eu vivia descapitalizado. Não tinha crédito em nenhum banco. Não havia de quem emprestar dinheiro... Nesse tempo eu tinha um cunhado que estava bem de vida. Ele tinha algum dinheiro e emprestava-me a juros. De vez em quando eu pedia-lhe dinheiro emprestado para comprar algumas peças mais caras e ter novidades para levar ao Bexiga. Ao vendê-las, pagava o empréstimo e ainda sobrava um pouco de dinheiro.
Eu havia adquirido um telefone através do “plano de Expansão da Telesp” e, como as prestações eram pesadas para mim, convidei meu cunhado para entrar de sócio comigo. E ele topou. Um ano depois os telefones do plano de Expansão aumentaram muito o seu valor e eu, a fim de capitalizar-me, vendi minha parte ao meu cunhado o qual pagou-me cerca de mil dólares na época. Esse era o meu capital. Mil dólares!
OS BAZARES BENEFICENTES
Um dia eu descobri uma outra fonte de mercadorias. Os bazares beneficentes.
São Paulo está cheio de bazares beneficentes. Igrejas, escolas, centros espíritas, clubes, organizações sociais diversas, casas de amparo, asilos, hospitais, etc., todos esses órgãos possuem seus bazares. Alguns funcionam diariamente. Outros só nos fins de semana, uma vez por mês ou uma vez por ano... Atualmente os mais conhecidos são os das “Casas André Luiz” uma organização espírita de amparo às crianças pobres e deficientes, cujos bazares aqui em São Paulo são em número de quatro (pelo menos são os que eu conheço). Um fica em Guarulhos, na Vila Galvão, outro em Osasco, outro em São Miguel e outro no Itaim. São imensos e neles se encontra de tudo. Há também o da Unibes, situado próximo a estação metrô da Armênia. Esse Bazar é de origem judaica e um dos mais disputados pelos comerciantes. Todos os dias em sua porta existe uma fila enorme de pessoas que vão em busca de algum achado, alguma raridade ou uma boa pechincha... Eu freqüento esse bazar há mais de dez anos. Todos os dias sou um dos primeiros da fila. Nele já comprei centenas de quadros, desenhos, aquarelas, esculturas, louças, porcelanas, lustres, móveis, livros... Cheguei a montar um sebo só com os livros comprados na Unibes. Depois falarei com mais detalhes de minhas aventuras nesse bazar. Existe também o da igreja São Judas, o “Samburá”, ligado ao Lar Escola São Francisco, que fica na vila Mariana, o da entidade chamada “Cruz Verde”, o da “TNA”, outra entidade judaica no Bom Retiro. E o da Remar, que é uma entidade de âmbito internacional, o qual fica situado na vila Galvão... Quando descobri esses bazares senti-me muito feliz e extremamente seguro e confiante em minhas novas atividades profissionais, pois percebi que nunca mais ficaria sem mercadoria para vender. Os bazares vivem apinhados de tudo... Louças, cristais, vidros, utensílios domésticos, objetos de decoração, brinquedos, quadros e com um pouco de sorte sempre se acha alguma peça boa, alguma raridade... Porém é preciso ter um olho clínico, rapidez, perspicácia e muito conhecimento... E tudo nesses bazares é barato... Pelo menos antigamente era assim. Hoje os preços aumentaram muito devido a grande procura pelos antiquários... Os grandes bazares atualmente tem seus avaliadores e é difícil escapar uma boa peça por preço irrisório. Tudo é triado, selecionado e avaliado meticulosamente... No meu tempo de início de carreira os bazares eram “a grande maravilha” dos pequenos antiquários... Podia se achar um óleo de Di Cavalcante pela simples bagatela equivalente a dez reais, como já aconteceu várias vezes. Eu, por exemplo, uma vez achei num desses bazares um quadro da Mira Schendel, em técnica mista, pelo qual paguei a insignificante quantia de cinco reais. No mesmo dia vendi-o por cinco mil dólares! Depois contarei com mais detalhe essa e outras histórias.
CONSEGUI TRANSFORMAR “UM REAL”
EM SETE MIL E DUZENTOS DÓLARES!
O fato mais pitoresco e interessante que já aconteceu comigo foi eu ter conseguido transformar “um real” em sete mil e duzentos dólares!
Vou contar detalhadamente como tudo aconteceu.
Um dia eu entrei num bazar de manhã e vi jogada no chão sendo pisada uma tabuinha de uns quinze centímetros por vinte e cinco com uma estampa colorida colada numa das faces. Aparentava ser muito antiga, era pesadinha, escura e chanfrada no dorso. Como sou pintor, pensei logo em utilizá-la para pintar nela uma marinha. Fui até ao balcão, perguntei a senhora que atendia quanto era aquela tabuinha e ela disse-me que era um real. Paguei-a e fui para minha lojinha. Ao preparar-me para começar a lixar a tabuinha percebi que aquela estampa colada em cima não era uma estampa, e sim, uma pintura tão bem feita que parecia uma estampa... Essa pintura representava uma moça loura penteando-se diante de um espelho. O pintor que executou essa pequena obra de arte era um excelente miniaturista. Tudo era bem feito, nos mínimos detalhes. O rosto da moça, suas mãos, roupas, o espelho, que era desses antigos, todo trabalhado, os objetos espalhados pelo quarto, tudo era feito com perfeição meticulosa... Uma maravilha... Era uma miniatura alemã provavelmente do século dezenove. Porem, pelo fato de ter ficado no chão durante algum tempo, e ter sido pisada, possuía alguns arranhões. Levei para uma restauradora profissional, dona Sueni, e ela cobrou-me duzentos dólares para restaurar a pequena obra de arte. Quando ela entregou-me estava um mimo... Alem de restaurar ela limpou e envernizou o trabalho, realçando-lhe as cores e tornando-o muito vistoso. Meu filho que era moldureiro na época produziu uma moldura estilo europeu que enriqueceu ainda mais a pequena obra de arte.
Num belo Sábado de manhã coloquei o trabalho bem visível para ficar admirando-o quando, de repente, entrou na loja um senhor bem vestido que foi direto no quadrinho. Pegou-o na mão, examinou-o bem e perguntou-me quanto era. Eu disse-lhe: Mil dólares! Ele ficou pensativo por um momento, depois disse: --- Olha, meu amigo, no momento eu não disponho dessa quantia, mas eu tenho em casa alguns quadros que ganhei de herança de meu pai, que era pintor, e podemos fazer uma troca. Eu coleciono essas miniaturas e gostaria muito de adquirir esta.
Eu havia aprendido que um bom antiquário nunca deve rejeitar uma visita, pois nunca se sabe o que se poderá encontrar dentro de uma casa... E eu topei a parada. Aquele senhor propôs-me levar e trazer-me de carro até sua casa naquele mesmo momento. E fomos.
Chegando lá, era um belo apartamento de luxo, repleto de obras de arte, esculturas de bronze, vasos de cristal coloridos tipo Galé, marfins e as paredes estavam repletas de lindas miniaturas. Havia uma contendo somente quadros grandes. Dentre eles lembro-me de um Campos Aires, alguns “Borgueses”, “Lencines”, um lindo Clodomiro Amazonas, alguns “Canonnes”, mas o que mais me chamou a atenção foi uma pintura de uns quarenta centímetros por cinqüenta contendo um cardeal sorridente vestido de vermelho segurando uma criancinha linda no colo. A mãe estava também sorridente, ao lado, e dentro do salão onde estavam havia vários soldados e serventes espalhados pelos cantos. O salão era uma espécie de interior de palácio com belíssimos lustres, móveis dourados, belos espelhos e molduras nas paredes, cortinas floridas... As roupas dos soldados eram cheias de detalhes, e o serventes usavam roupas do tipo Luiz IV... Havia oito figuras no total. Tudo era extremamente detalhado e meticuloso, num colorido deslumbrante. A moldura desse quadro era espanhola e folheada a ouro, lindíssima! A pintura era tão bem feita e com pinceladas tão suaves que eu pensei tratar-se de uma gravura antiga. Como, porém, meu filho estava especializando-se na produção de réplicas de molduras européias as quais estavam sendo bastante procuradas pelos marchands e leiloeiros eu pensei comigo. Vou levar este. Se for gravura, a moldura vale! O senhor disse-me. “ --- Mas meu filho, isto é uma gravura... Você vai levar desvantagem na troca.” Eu repliquei. “ --- Não faz mal. Gostei desta moldura! Vou ficar com este mesmo.” Ao que o senhor retrucou. “Tudo bem, se você prefere este, vá lá, porem depois não vá querer desfazer a troca. Não gosto de voltar atrás.” Eu respondi. “--- Fique tranqüilo. Eu estou plenamente satisfeito.”
Ao chegar na loja mostrei o quadro ao meu filho Márcio e ele disse-me. “--- Pai, você tem muita sorte! Este é um autêntico quadro de Salvador Sanches Barbudo. Vale milhares de dólares dólares!” Para resumir a história, acabei vendendo-o através de um intermediário por oito mil dólares. Como tive que pagar dez por cento, fiquei com sete mil e duzentos. Vendi o quadro por esse preço porque na época estava muito endividado e precisando capitalizar-me...
Um comentário:
Que Sorte! Esse Quadro tinha
que chegar até suas mãos mesmo!
Isso chama merecimento...
Achei interessante...
Mas outras oportunidades Boas
também virão.
Boa Sorte Novamente!
Abraços,
M a g n o
Les Antiques
Postar um comentário